
sábado, 18 de abril de 2009
Arturo Pérez-Reverte, "O pintor de batalhas"
Editora Asa
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"Os homens são animais sanguinários. A nossa inventividade para criar o horror não tem limites."
p.43
"Quanto mais evidente é tudo, menos sentido parece ter."
p.209
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Colecção: Romance
Nº págs.: 224
ISBN: 978-972-41-5000-0
Preço: 16,50 €
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Sinopse:
A história mais intensa e perturbadora da já longa carreira de Arturo Pérez-Reverte. Do Vietname ao Líbano, do Camboja à Eritreia, de El Salvador à Nicarágua, de Angola e Moçambique aos Balcãs e ao Iraque…
Depois de trinta anos a tirar fotografias em busca da imagem definitiva, do momento a um só tempo fugaz e eterno que explica tudo, o fotógrafo de guerra André Faulques substituiu a câmara pelos pincéis.
Não conseguindo tirar a foto capaz de transmitir o caos do Universo, agora, enquanto tenta compreendê-lo, começa a pintar um grande fresco circular no muro de uma torre de vigia no Mediterrâneo, onde vive sozinho, perturbado pela memória de uma mulher que nunca conseguiu esquecer e pela visita inesperada de um homem que o quer matar.
O homem é uma sombra do seu passado, uma das inúmeras faces da guerra com que ele ganhou a vida. Mas o poder da imagem vai muito além da sua existência física e, à medida que o romance avança, a história do artista e do soldado emerge, entrelaçada com uma história de amor condenada e o progresso de uma pintura impregnada de História.Deslumbrante do início ao fim, O Pintor de Batalhas arrasta o leitor e subjuga-o, através da complexa geometria do caos do século XX: a arte, a ciência, a guerra, o amor, a lucidez e a solidariedade combinam-se no vasto mural de um mundo que agoniza.
sexta-feira, 13 de março de 2009
Luís Rosa, "O dia de Aljubarrota"

"A vida é um acto grave de omissões e excessos. Uns bebem apressadamente o medo. Outros agarram a vida à desmesura. Quando fica à solta a demência os dedos contam os dias e os dias contam as mortes."
p.82
p.188
p.237
As regulamentações o direito são uma invenção perigosa do homem. Servem para justificar legitimidades ou recusas, de acordo com as circunstâncias. O sábio não precisa de leis!
p.239
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Sinopse:
sábado, 7 de março de 2009
segunda-feira, 2 de março de 2009
Oficina de fabrico de bonecos articulados
sábado, 21 de fevereiro de 2009
Passeio a Évora
O aniversário da Carolina. 6 aninhos:

Depois do aniversário, passeio no paredão mais umas amiginhas...
(isto do paredão é que está a dar)
Fim de ano 2008...
Julie Burchill , "Sugar Rush"

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Oficina do livro
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"Nunca percebi muito bem essa coisa da bulimia, um factor de exclusão da minha pessoa do grupo da gentinha mais in. Acho que tudo se deve ao facto de eu ter um apurado sentido de humor: é que, se pensarmos com alguma lógica, a ideia de o vomitado ser a coisa que nos faz ter estilo ou não só pode ser uma fantochada. É como pensar que não tomar banho tem nível."
p.20
"Ser adulto não é nada do grande estoiro que estava anunciado - embora no fundo seja um barulho de muita coisa a partir. Ser cota é justamente isso: ser uma coisa partida, despedaçada, fracturada: é o não poder voltar a ser puro."
p.121
"Quando estávamos sozinhas (...) a vida era perfeita, e até perder de vista - tão perfeita como o planeta terra antes de haver pessoas, ou a neve antes das pegadas."
p.122/3
domingo, 14 de dezembro de 2008
Chocolate quente no Ikea
domingo, 7 de dezembro de 2008
Citação #5
jornalista e historiador, estudioso da II guerra mundial.
Churrasco ao domingo
quarta-feira, 19 de novembro de 2008
Peter Singer, "Escritos sobre uma vida ética"
Colecção: HISTÓRIA DA HUMANIDADE
ISBN: 978-972-20-3021-2
Páginas: 360
Escritos Sobre Uma Vida Ética reúne os ensaios mais importantes e bem-sucedidos de Peter Singer, filósofo mundialmente conhecido pelas posições controversas que assume e pelos textos polémicos que assina.
O livro aborda de uma forma provocadora, talvez mesmo perigosa, os temas mais importantes da actualidade, desafiando o senso comum e as ideias preconcebidas em assuntos como a eutanásia, o aborto, o uso de embriões humanos na investigação científica ou a obrigação moral das pessoas ricas ajudarem as pobres.
Excerto:
«Quero que as pessoas saibam que estes escritos não são apenas produto dos meus sentimentos, são antes respostas reflectidas a problemas que todos nós enfrentamos. Gostaria de as fazer pensar na nossa atitude complacente face à morte de milhões de pessoas vítimas de fome, de mal-nutrição e de doenças que poderiam ser facilmente prevenidas.
Espero ser capaz de convencer as pessoas a repensar a exploração violenta dos animais a bem da produção da carne e dos ovos que compramos nos supermercados.
Quero que as pessoas se dêem conta de que a tecnologia ao serviço da medicina põe em causa a ética tradicional que dita a santidade da vida humana – e precisamos de pensar seriamente no que pode tomar o seu lugar.
Por fim, quero encorajar as pessoas a parar, pensar e tomar uma decisão consciente sobre o modo como vão viver.»
Peter Singer
sexta-feira, 7 de novembro de 2008
sexta-feira, 17 de outubro de 2008
Citação #4
Charles Dickens
1812-1870 / Escritor Inglês
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