terça-feira, 4 de agosto de 2009

Férias na Madeira III

3 de Agosto

Nestes dias andei a dar umas voltinhas pela cidade. O Funchal é uma cidade excelente para se andar a pé. E quem mora no centro, tem tudo o que precisa à distância de uma caminhada.

Aproveitei para fotografar locais onde estive há uns (15) anos atrás, quando vivi na Madeira:

O Forte de S. Tiago, do Séc. XVII. Estive aí colocado durante o meu SMO.
Foram bons tempos :-D

Agora é um museu (militar e arte moderna), efectuam exposições e possui um restaurante com aspecto xpto.

O Forte visto da praia de S. Tiago, que lhe fica imediatamente à direita:

Junto ao Jardim Municipal, um dos muitos que o Funchal possui, encontrei este exemplo de integração de uma fachada antiga num prédio recente:

Av. Arriaga. Começo junto à Sé do Funchal. Antes tinha a parte esquerda ocupada pela estrada e pelos carros. Agora está encerrada e aberta ao peão:

Liceu de Jaime Moniz. Foi para aqui que vim quando quis aprender alemão sem recorrer às escolas particulares. Na altura, dizia-se que era o Liceu com mais alunos na Europa: mais de 1200!

Pormenor de uma rua junto à zona velha, com a sua mini-ribeira:

De manhã a criançada foi à praia. À tarde, fomos em rebanho ver o Ice Age 3D, ao Fórum Madeira. Cá pra mim, é o menos bom da série...

segunda-feira, 3 de agosto de 2009

Férias na Madeira II

2 de Agosto

Ontem, fomos tomar o pequeno almoço no CC Anadia, onde matámos saudades de pessoas que não víamos há vários anos. No meu caso, cerca de quinze!

Depois, fomos passar a maior parte do dia em casa da Sogra da Idalina, uma sogra do melhor que há!
:-D

Foi churrasco do bom!

Foto convenientemente desfocada de parte do grupo. Lá fora os gajos batiam cartas, cá dentro falava-se de Cosmologia, Karma e outros assuntos elevados :-)

E ainda provei uma aguardente com mel de cana do melhor :-D



As miudas a brincar às tatuagens com os kits de maquilhagem:

domingo, 2 de agosto de 2009

Citação #6

"Sei que pareço um ladrão, mas há muitos que eu conheço que, sem parecerem o que são, são aquilo que pareço".
- Fernando Pessoa

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“A coragem é o triunfo sobre o medo”
- Nelson Mandela

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“Estar uma vez na dúvida é estar decidido de uma vez.”
- Shakespeare (Otelo)

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“As nossas virtudes são frequentemente apenas vícios disfarçados”
- François, Duque de La Rochefooucauld

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“As pessoas podem ser dispensáveis, mas um amigo é uma necessidade.”
- Voltaire

Férias na Madeira I

1 de Agosto

Chegámos no dia 31 de Julho à noite. Prontos para um mês inteiro de laréu :-D

Este foi o carro atribuído. Perfeitamente adequado para uns belos passeios :-)
Quando o vi, pensei que a nossa bagagem não caberia toda lá dentro, mas coube! :-D







A sala do apartamento onde ficámos. Decorado pela vaidosa da Maria José, no qual gastou uma pipa de massa da sua mana que está em Inglaterra :-D

Vai ser o meu "escritório" enquanto cá estivermos :-)
Sim, é que, lá porque estou de férias, não quer dizer que não se trabalhe...
:-P

O nosso quarto:

No dia seguinte, a vista matinal da varanda da sala.

E Rumámos em direcção ao Madeira Shopping, onde tomámos o pequeno almoço aqui:
"Prato Prego & Companhia"

segunda-feira, 27 de julho de 2009

Renato Fontinha, "Chichen Itzá, a fonte da juventude


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Sinopse:
Era uma época de intenso fervor religioso e superstições. Abundavam mitos e histórias fantásticas: gigantes, monstros marinhos, ilhas magnéticas, canibais, água que fervia no Equador. E, claro, a fonte da juventude.

No século XVI a fonte da juventude não era um mito. Era uma realidade. Beber das suas águas faria recuperar os anos há muito idos, moribundos escapariam miraculosamente às garras da morte, doenças terríveis seriam curadas imediatamente. Era a promessa de vida eterna, de viver para sempre jovem. Sábios escreviam sobre as suas propriedades, o povo acreditava na sua existência e aventureiros, como Ponce de León, corriam para o Novo Mundo em sua busca. Exploradores espanhóis vasculharam cada rio, regato, lagoa e fonte ao longo da costa, sem sucesso.

O facto não os desanimava. Era somente uma questão de tempo até alguém a encontrar. Quando quatro amigos, marginais em um dos bairros mais pobres e violentos de Sevilha, matam um nobre e são obrigados a fugir da cidade, a sua vida muda para sempre. É o início de uma aventura épica que os levará de Sevilha à península do Iucatão, passando pela costa africana e pelas Caraíbas.

Desde grumetes a bordo de uma caravela esclavagista a soldados ao serviço de Hernan Cortés, enfrentarão os temíveis Aztecas numa guerra sem quartel, sucumbirão ao poder avassalador de um furacão e serão acossados impiedosamente por um inimigo invisível na densa selva do Iucatão. Uma história de obsessão, vingança e traição, em busca da mítica cidade de Chichen Itza, recentemente eleita uma das sete maravilhas do mundo, onde o maior prémio de todos os aguarda. A vida eterna.
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sábado, 13 de junho de 2009

Amigdalite e Penicilina

Foi a 3 de Junho

É a terceira injecção em dois anos :-(

Enquanto esperávamos pela enfermeira e pela injecção, pormenor de uma parede nas urgências pediátricas do Hospital São Francisco Xavier:

Yoga e comércio :-D

Foi a 23 de Maio de 2009
Aula de Yoga para crianças no Oeiras Parque


Passeio ao Dolce Vita Tejo, com compras almoço e brincadeira :-)



segunda-feira, 4 de maio de 2009

Brian Stableford, "O império do medo"

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Sinopse

Esta é a história de uma cruzada pelo maior de todos os segredos: a imortalidade.

O Império do Medo é um magnífico épico histórico, repleto da melhor aventura e da mais brilhante fantasia, que se desenrola ao longo de três séculos. Saltando de Inglaterra para o coração de África, e de Malta para o Novo Mundo, Brian Stableford oferece-nos a visão sublime de uma realidade que parece a nossa mas não é.

A história começa na Londres do século XVII. Edmund Cordery, sábio da corte de Ricardo Coração de Leão, acredita que a cerimónia supostamente mágica que transforma um humano num vampiro deve ter uma explicação natural. Mas descortinar o segredo da criação dos imortais também é saber como os destruir, como tal, quando as suas investigações o aproximam da verdade, a elite que governa o mundo decide-se pela sua morte.
Mas antes de morrer, Edmund passa os seus segredos ao filho Noell, transformando este no homem mais procurado em Inglaterra e forçando-o a fugir pela vida. Para continuar as investigações do pai, Noell viaja até ao coração de África, onde acredita que os primeiros vampiros nasceram há milhares de anos.

Na companhia do fiel monge Quintus, do pirata Langoisse e da sua amante Leilah, Noell terá de enfrentar guerras, pestilências e todos os perigos de uma época violenta, na derradeira cruzada pelos segredos da imortalidade.

sábado, 18 de abril de 2009

Café del Mar, "Aria"


Arturo Pérez-Reverte, "O pintor de batalhas"


Editora Asa

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"Os homens são animais sanguinários. A nossa inventividade para criar o horror não tem limites."
p.43

"Quanto mais evidente é tudo, menos sentido parece ter."
p.209

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Colecção: Romance
Nº págs.: 224
ISBN: 978-972-41-5000-0
Preço: 16,50 €

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Sinopse:
A história mais intensa e perturbadora da já longa carreira de Arturo Pérez-Reverte. Do Vietname ao Líbano, do Camboja à Eritreia, de El Salvador à Nicarágua, de Angola e Moçambique aos Balcãs e ao Iraque…

Depois de trinta anos a tirar fotografias em busca da imagem definitiva, do momento a um só tempo fugaz e eterno que explica tudo, o fotógrafo de guerra André Faulques substituiu a câmara pelos pincéis.

Não conseguindo tirar a foto capaz de transmitir o caos do Universo, agora, enquanto tenta compreendê-lo, começa a pintar um grande fresco circular no muro de uma torre de vigia no Mediterrâneo, onde vive sozinho, perturbado pela memória de uma mulher que nunca conseguiu esquecer e pela visita inesperada de um homem que o quer matar.

O homem é uma sombra do seu passado, uma das inúmeras faces da guerra com que ele ganhou a vida. Mas o poder da imagem vai muito além da sua existência física e, à medida que o romance avança, a história do artista e do soldado emerge, entrelaçada com uma história de amor condenada e o progresso de uma pintura impregnada de História.Deslumbrante do início ao fim, O Pintor de Batalhas arrasta o leitor e subjuga-o, através da complexa geometria do caos do século XX: a arte, a ciência, a guerra, o amor, a lucidez e a solidariedade combinam-se no vasto mural de um mundo que agoniza.

sexta-feira, 13 de março de 2009

Into the west


In the nursery, "Stormhorse"


Luís Rosa, "O dia de Aljubarrota"


"A vida é um acto grave de omissões e excessos. Uns bebem apressadamente o medo. Outros agarram a vida à desmesura. Quando fica à solta a demência os dedos contam os dias e os dias contam as mortes."
p.82

"Só ganhamos a certeza de que vivemos quando tudo abana à nossa volta."
p.188

"A vida vai-nos mostrando que o pensamento e as coisas são uma roda de contradições à procura do seu centro."
p.237

As regulamentações o direito são uma invenção perigosa do homem. Servem para justificar legitimidades ou recusas, de acordo com as circunstâncias. O sábio não precisa de leis!
p.239

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Sinopse:
Um novo romance de Luís Rosa é sempre motivo de grande expectativa para o vasto público que a sua prosa exuberante e profundamente imbuída do sentido do rigor histórico há muito conquistou.
É, mais uma vez, o caso de O Dia de Aljubarrota, um romance empolgante que, através de um artifício narrativo interessantíssimo, nos dá a conhecer a verdade dos factos de uma das épocas mais conturbadas e decisivas da história portuguesa.
Para nosso gáudio, vamos assistindo, como se estivéssemos presentes, ao arrebatador relato que Antão Vasques, o homem que comandou a ala esquerda da batalha de Aljubarrota, vai fazendo, anos mais tarde, ao jovem cronista Fernão Lopes.
Estamos assim perante o relato de um tempo de mudança e de grandes feitos, tumultuado por paixões exacerbadas e conflituosas, por teias de motivações e interesses e pelos enredos de um destino imponderável. Pois o dia de Aljubarrota foi também o dia em que o destino havia de ditar que cada um dos povos peninsulares iria traçar, por si, o seu caminho na missão de «dar novos mundos ao mundo».


segunda-feira, 2 de março de 2009

Oficina de fabrico de bonecos articulados

Foi na Biblioteca de Oeiras


As raparigas em plena construção da fada de cartão:

A Carolina aplica a pintura:


O processo de secagem (usando um secador de cabelo):


Et voilá, o resultado final:

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O blogue da artista, que coordenou as actividades, aqui:

sábado, 21 de fevereiro de 2009

Passeio a Évora

Aproveitando uma promoção dos Hotéis Ibis, resolvemos rumar a Évora, onde já não íamos há muito tempo.


Os nossos aposentos no hotel:

O famosíssimo templo:

A Carolina na praça do Giraldo:

Depois de deixarmos Évora, fomos para Arraiolos.

No castelo:
Café "O Rossio":


E depois, até Montemor-o-novo.

No castelo:



No Snack-Bar "A Nora", onde comi pernas de rã:
De seguida, foi o regresso a casa.


Heróis


A Naifa, "Canções Subterrâneas"

O aniversário da Carolina. 6 aninhos:

No McDonalds, esse antro consumista, onde preparou o hamburger.


Depois do aniversário, passeio no paredão mais umas amiginhas...
(isto do paredão é que está a dar)

Fim de ano 2008...

...com a malta do costume, quando nos encontramos uma vez por ano :-D
Jantar num restaurante chinês, seguido da banhada no Estoril, onde pensávamos que iria haver fogo de artifício e não houve.

Bem, todos os anos, algo de diferente acontece.




Passeio no paredão. As crianças bem juntinhas.






Julie Burchill , "Sugar Rush"



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Oficina do livro

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"Nunca percebi muito bem essa coisa da bulimia, um factor de exclusão da minha pessoa do grupo da gentinha mais in. Acho que tudo se deve ao facto de eu ter um apurado sentido de humor: é que, se pensarmos com alguma lógica, a ideia de o vomitado ser a coisa que nos faz ter estilo ou não só pode ser uma fantochada. É como pensar que não tomar banho tem nível."
p.20


"Ser adulto não é nada do grande estoiro que estava anunciado - embora no fundo seja um barulho de muita coisa a partir. Ser cota é justamente isso: ser uma coisa partida, despedaçada, fracturada: é o não poder voltar a ser puro."
p.121


"Quando estávamos sozinhas (...) a vida era perfeita, e até perder de vista - tão perfeita como o planeta terra antes de haver pessoas, ou a neve antes das pegadas."
p.122/3

domingo, 14 de dezembro de 2008

Chocolate quente no Ikea

Ontem fomos buscar umas fotos que a pequena tirou com o pai natal, no CComercial Alegro, em Alfragide.
Vai daí, a mãe lembrou-se de irmos beber um chocolate quente ao Ikea.
Chocolate quente não havia.
Foram 75€ em compras!
Toma lá que já aprendeste :-O

domingo, 7 de dezembro de 2008

Citação #5

Há anos, pensava que ter fé em algo era uma atitude muito positiva mas, agora, desconfio das pessoas com uma convicção absoluta. Não é que me tenha tornado pessimista; transformei-me, simplesmente, numa pessoa mais céptica.
Laurence Rees
jornalista e historiador, estudioso da II guerra mundial.

Churrasco ao domingo

No domingo 16 de Novembro.

Para o S. Martinho, com castanhas e água pé.


Levei uns jogos e puzzles que tinha comprado no dia anterior. Cá estão as meninas a partirem a cabecinha :-D