sábado, 19 de outubro de 2013
Como Poupar e Ganhar Dinheiro €€€: Como enviar Livros quase de graça pelos CTT? Taxa ...
Como Poupar e Ganhar Dinheiro €€€: Como enviar Livros quase de graça pelos CTT? Taxa ...: Como posso enviar livros quase de graça pelos CTT? O que posso fazer para poupar nos envios de livros? Existem 2 soluções: ...
segunda-feira, 1 de julho de 2013
segunda-feira, 15 de outubro de 2012
quarta-feira, 30 de maio de 2012
sexta-feira, 18 de maio de 2012
Má Despesa Pública: Almada: Mais um almoço
Má Despesa Pública: Almada: Mais um almoço: Na Câmara Municipal de Almada há sempre argumentos para almoçaradas. Agora foram mais de 16 mil euros para o Dia Internacional...
sexta-feira, 27 de abril de 2012
terça-feira, 24 de abril de 2012
segunda-feira, 23 de abril de 2012
quinta-feira, 5 de abril de 2012
sexta-feira, 30 de março de 2012
"Conversa da treta"
Pois, pois...
Quantas pessoas concordando com isto, não praticam?
E quantas se assustam ou discriminam quem pratica?
Quantas pessoas concordando com isto, não praticam?
E quantas se assustam ou discriminam quem pratica?
quarta-feira, 21 de março de 2012
terça-feira, 20 de março de 2012
quinta-feira, 12 de janeiro de 2012
terça-feira, 29 de novembro de 2011
O que é um verdadeiro amigo?
Será alguém que não finge ser nosso amigo?
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Existirá um conjunto de características que distingam os verdadeiros amigos dos que não o são?
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E se a pessoa não tiver alguma(s) dessas características, já não é "verdadeiro" amigo?
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Ou basta que a pessoa em questão seja honesta e queira o nosso bem e, já agora, nos ajude da forma que puder (mesmo que de vez em quando meta as patas)?
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Por exemplo, uma amiga disse-me que um verdadeiro amigo saberá sempre ler-nos na alma se estivermos tristes mas a fingir que não estamos.
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A minha perplexidade, naturalmente, passa pela dúvida que a "verdadeira" amizade crie no amigo a sensibilidade e a percepção para ultrapassar as máscaras que todos nós usamos e que alguns de nós usam tão bem.
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Neste caso específico:
Um verdadeiro amigo, veria além dessa máscara e perceberia a nossa tristeza e depois disponibilizar-se-ia para nos ajudar. (mas se percebesse e não quisesse ajudar, ainda assim seria verdadeiro amigo?)
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Por outro lado, uma pessoa que não percebendo a nossa tristeza, mas que depois de nós a declararmos, fizesse o que estava ao seu alcance para nos ajudar, não seria um verdadeiro amigo?
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Ou para ser "verdadeiro", há que juntar ambas as características?
E justifica-se um tal rigor na classificação de "verdadeiro" amigo?
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E por curiosidade, no segundo caso, o que chamaríamos a essa pessoa que nos ajuda?
Simplesmente amigo?
E será possível existirem (simples) amigos e verdadeiros amigos?
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Não cessa de me espantar esse desejo que tanta gente tem e tenta colocar em prática de serem "adivinhados". De esperarem da outra pessoa a capacidade de saberem o que se passa com elas quando elas não o dizem e quando, muitas vezes, nem a própria o sabe.
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Eu também gostaria de ser adivinho e de ser adivinhado.
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Mas, se por vezes sou um ou outro, tenho a noção de que tanto mal entendido, tanta confusão e dor resulta deste desejo...
sexta-feira, 25 de novembro de 2011
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